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A Hipster Chique

humor . coisas . nerd . fluente em klingon . criativa - ish . comics . opinião

A Hipster Chique

humor . coisas . nerd . fluente em klingon . criativa - ish . comics . opinião

O Sítio . Capítulo IX

CAPÍTULO VIII

 

 

CAPÍTULO, O NONO

 

 

 

... quando cheguei à parte onde dizia "Suspeitos de Cria" e o único nome que encontrei foi...

Carolina Banana.

 

Imediatamente troquei olhares com o Hugo e a sua cara de choque confirmava que eu não estava a ler mal. A Carolina Banana era a suspeita que o O.P.I.M. tinha de ser a cria da Princesa Maionese e pensando bem, até tinha a sua lógica.

A Carolina vem de uma família onde ter filhos e desconhecer a identidade da progenitora era recorrente, o seu avô ia para o seu 23º filho e continuamos sem saber quem são as mães deles todos. Nunca ouvimos falar da mãe dela e todo aquele comportamento de ave rara coincidia com a loucura da Princesa Maionese. 

Comecei a pensei que talvez o O.P.I.M. estivesse numa boa direcção.

Com esta brincadeira do O.P.I.M reparei nas horas e já era Domingo de manhã, passei a noite acordada e nem ponta de cansaço, talvez porque a adrenalina não o permitia. Fui então falar com o Tobias sobre o que poderia fazer para ajudar e o Hugo foi ter com o Agente Vasco para tentar algo mais do que recolher informações e ajudar. O Hugo e hormonas nunca funcionaram bem e eu culpo aquela injecção dos Galos para ficarem com a alergia aos cachecóis dos Borboletas.

 

Assim que cheguei perto do Tobias a sua cara parecia diferente. Ele estava a sorrir, algo que nunca tinha visto e que começava a gostar, talvez por estar no ambiente dele, ele sentia-se mais à vontade. Até a voz mudou...

"Olá Jessyca, então que achaste disto tudo? Estás mesmo disposta a ajudar-nos?"

"Estou sim. Ainda estou a tentar entender tudo o que se está a passar, mas quero mesmo ajudar-vos. Mas há algo que te queria falar, porque acho que sei por onde podemos começar em relação à vossa suspeita de cria.", disse eu.

"A Carolina Banana. Temos fortes indícios que indicam que poderá ser ela. Não se sabe quem é a mãe e poucos registos há dela em pequena. Tentei uma aproximação, mas os comportamentos dela assustam-me. Mas fala-me dessa tua ideia.", disse o Tobias.

"A Carolina todos os dias de manhã vai tomar o seu pequeno-almoço ao Café do Xavier e talvez eu possa lá aparecer e tentar falar com ela. A partir daí podem segui-la. Que achas?", perguntei eu.

"Acho uma óptima ideia e não te põe em risco, o que me importa. Vou reunir a equipa e saímos dentro de 10 minutos.", respondeu o Tobias.

Finalmente íamos ter acção.

 

O Tobias, a Ema, o Hugo, o Agente Vasco e o Agente Quintas encontraram-se comigo à entrada da O.P.I.M. e lá fomos todos em direcção ao Café do Xavier.

O Hugo contou-me pelo caminho que tinha estado na conversa com o Vasco e que este vinha de uma família real e das mais importantes do Mundo, a família real Ipicanga que descendiam dos oompa-loompas e que tinham como animal real, o abutre. O nome verdadeiro do Agente Vasco era, Príncipe Vasco Terço Ipicanga, o 3/4 e o Hugo estava a ficar fascinado com a ideia de poder vir a ser namorado de um príncipe.

Chegamos ao Café do Xavier e lá estava a Banana a comer o seu Muffin sem lactose, sem glúten, sem açúcar e sem carbonatos e o seu café preto com gotas de gasolina. Eu entrei e o restante grupo ficou na esplanada a fingir ser um grupo de estudo.

Vou em direcção à Carolina e antes de abrir a boca a vaca amestrada mugiu...

"Não sei o que queres ou o que pensas que vens fazer, mas afasta-te que não quero apanhar carrapatos teus."

"Te garanto que não irás apanhar nada meu. Apenas queria falar contigo. É possível? É rápido, prometo não incomodar muito.", disse eu, com muita paciência.

"5 minutos, a contar e senta-te a uma distância respeitável.", mugiu a Banana outra vez.

"Soube que o teu pai está desaparecido. É verdade?", perguntei eu.

"Sim, é. Não sei nada dele há uns dias, mas ele por vezes costuma desaparecer, não é nada de novo.", respondeu a Banana.

"Os meus pais desapareceram também e acho que a polícia tem teorias sobre um rapto conjunto de alguns dos habitantes aqui do Sítio.", disse eu.

"Isso faria com que a minha família fosse de alguma maneira parecida com a tua, o que não é. E os teus 5 minutos acabaram. Adeus!", disse a Banana.

E a conversa acabou mesmo por ali. A Carolina levantou-se e saiu porta fora.

Pouco ou nada tinha conseguido da nossa conversa, apenas que o pai dela desaparecia por vezes e isso podia ser uma pista. Talvez ele já tivesse esse hábito antes e fosse ele o Príncipe viajante que engravidou a Princesa Maionese. Agora era trabalho para os agentes, segui-la e tentar ver se conseguíamos informações extra.

 

Horas depois e ainda andávamos às voltas pelo Sítio entre botiques e lojas e muitas paragens para selfies. Acabamos por segui-la de volta para sua casa e ficámos de vigia durante algum tempo.

De repente um zumbido muito forte começa a ouvir-se no ar vindo da casa dos Banana e o Tobias entrou em alerta...

"Este som! É o aviso da Princesa Maionese. Vasco, Quintas vamos entrar. Não podemos deixar a Maionese chegar perto da suspeita!".

E lá foram eles, deixando-me a mim, à Ema e ao Hugo atrás das grades do portão da casa dos Banana. Entraram na casa e segundos depois uma luz forte azul sai pelas janelas e portas. Ouvimos um grito e esperamos um pouco. O Tobias, o Vasco e o Quintas saíram da casa sem a Carolina e um pouco atordoados. Fomos ao encontro deles e a Ema chamou reforços.

Um carro do O.P.I.M. chegou em minutos perto de nós e já em viagem percebemos que a Carolina tinha sido levada pelo foco de luz e que eles nada conseguiram fazer.

 

Chegamos à HQ e o Tobias dirigiu-se ao Capitão Douradinho Tio Viagem e ainda um pouco abalado e nervoso disse...

"Ela só podia saber da nossa missão. Temos mantido em segredo a identidade da suspeita e temos vigiado os computadores e informações que a Princesa Maionese tem e não há nada sobre a Carolina.".

"O que estás a querer dizer Tobias?", perguntou o Capitão.

"Estou a querer dizer que há um traidor entre nós. Alguém anda a passar informações confidenciais à Princesa Maionese!", respondeu o Tobias.

 

Houve um silêncio e todos olharam uns para os outros. Havia um traidor entre nós e a Princesa Maionese estava agora um passo à nossa frente.

 

CAPÍTULO X 

 

O SÍTIO.jpg

 

 

(Esta é uma série que comecei a escrever há pouco tempo e aqui está o nono capítulo. Link dos primeiros capítulos no inicio. Hei-de escrever todas as semanas, mas caso tenham sugestões para esta minha pequena história, por favor, contribuam, com pequenas ideias, capítulos, entre outros. Escrevam comigo ou deixem-me escrever para vocês, que acham?!)

O Sítio . Capítulo VIII

CAPÍTULO VII

 

CAPÍTULO, O OITAVO

 

 

 

Entramos...

 

A entrada da organização e o seu interior pareciam saídos de um filme de ficção científica. Imediatamente vi várias pessoas com um casaco preto vestido onde se podia ler "O.P.I.M. - Organização de Protecção da Inocência Mental" e o nome do agente. O Tobias e a Ema vestiram o seu assim que entraram e "Agente Tobias Viagem" e "Agente Ema Viagem" ainda me metiam um pouco de confusão. Custódia era um nome com mais charme a meu ver, mas pronto, Viagem seria. 

Pensei que iríamos em direcção ao chefe da organização, o pai do Tobias, mas em vez disso eu e o Hugo fomos levados para uma sala branca. O Tobias e a Ema abandonaram a sala e trancaram-na.

"A sério que nos vão deixar aqui como prisioneiros?", disse eu em altos gritos.

"É para vossa protecção. Primeiro precisamos de falar com o meu pai. Não se preocupem, não são nossos prisioneiros.", respondeu o Tobias.

Os irmãos Viagem afastaram-se e pouco ou nada se via através daquela sala branca onde apenas se encontrava um sofá, uma mesa e um par de cadeiras, também todos brancos. 

"Sinto-me um pouco claustrofóbico e tanto branco faz-me mal ao fígado, tu sabes.", disse-me o Hugo.

"Eu sei, vais ver que não ficamos aqui muito tempo.", disse eu.

"Tu confias neles?", perguntou o Hugo com cara de desconfiado.

"Por enquanto apenas tento confiar. Contudo acho que eles sabem mais do que nos estão a contar. Vamos ver como corre.", respondi eu.

 

Duas horas passadas e continuávamos na sala branca sem ver alma viva. De repente vejo o Tobias a vir em direcção à sala branca na companhia de um senhor alto e atlético com o nome "Capitão Douradinho Tio Viagem", presumi que fosse o seu pai. Assim que entraram na sala, o senhor apresentou-se...

"Boa noite, o meu nome é Capitão Douradinho Tio Viagem, o chefe desta organização. Mas podem-me tratar por Tio Viagem."

"Tio? Achei que o pai do Tobias e da Ema é que era chefe desta organização, não o tio.", disse eu.

"E sou o pai. O meu nome é Tio Viagem. Não tio de tio, Tio de Tio nome.", respondeu o pai do Tobias?!

"Quer o quê?", disse o Hugo

"Esquece Hugo. Eu queria saber porque estamos a ser tratados como prisioneiros e porquê tanto secretismo. Afinal já sei que isto é uma organização secreta e que vocês tem algo a ver com a Princesa Maionese e que ela muito provavelmente raptou os meus pais. Como pensa resolver isso? Nós queremos ajudar e somos capazes.", disse eu confiante.

O Capitão trocou olhares com o Tobias e fez-lhe um pequeno sinal com a cabeça, o que levou o Tobias a abrir a porta da sala branca. O Capitão olhou para mim e para o Hugo e disse...

"Acompanhem-nos..."

 

Andamos um bocado por um túnel e fomos dar a uma sala gigante onde se podia ver diversos monitores, quadros gigantes, vários agentes, salas e até armas nada convencionais, estas tinham aspecto de pepino.

O Capitão continuou...

"Bem-vindos à HQ da O.P.I.M., a Organização de Protecção da Inocência Mental. Somos uma organização com mais de cem anos que foi criada pelo meu avô para protecção da Terra contra invasores de outros planetas, galáxias e até universos. Neste momento estamos com uma missão que já dura há 17 anos, onde acompanhamos um ser extra-terrestre chamada de Princesa Maionese na sua busca pela sua cria. Já passamos por quase todos os continentes, mas temos razões fortes para acreditar que a cria está realmente aqui em Sítio."

"Mas sabem quem pode ser?", perguntei eu.

"Temos as nossas desconfianças e de momento um suspeito muito forte. Contudo estamos a agir de acordo como nos outros locais. Apagamos qualquer referência sobre a Princesa Maionese do servidor de internet local, retiramos todos os livros com a palavra maionese e tentamos evitar possíveis maldições que a Princesa possa causar. Infelizmente não fomos bem sucedidos hoje de tarde, onde infelizmente as equipas Galos e Borboletas foram assassinados e onde felizmente muita gente vai ter dores de barriga após comer tanta galinha frita.", explicou o Capitão.

 

O Capitão continuou a falar mas eu já pouco ouvia, até porque ele começou a falar da história da organização e da importância de continuarem a ser segredo para o resto do mundo. Eu muito sinceramente não queria saber, apenas queria acabar com isto de uma vez, mandar a Princesa Maionese para o arco mais velho, ter os meus pais de volta e voltar à normalidade.

Continuamos na visita à HQ da organização e ficamos a conhecer as máquinas que usam, que as armas que parecem pepinos afinal chamam-se "beringelarmas", visitamos as salas de reunião, de convívio e até as salas dos actuais prisioneiros que estavam todas trancadas não permitindo ver quem estaria lá dentro.

 

Um grupo de três agentes veio na nossa direcção e o Capitão apresentou-os...

"Estes são os agentes Vasco, Pardal e Quinta. Fazem parte da missão Maionese com os meus filhos Tobias e Ema."

Imediatamente o Hugo fixou os olhos no Agente Vasco e os seus olhares foram bem recebidos. Mas por muito que quisesse que o meu melhor amigo finalmente encontrasse o amor eu não poderia perder o foco para aquilo que se estaria a passar. Então disse...

"Penso que já visitamos tudo e tivemos uma óptima tour, mas continuo sem perceber o que estão a fazer e como pretendem travar a Princesa Maionese e recuperar as pessoas raptadas. E que fique bem claro que quero ajudar. Eu e o Hugo, e não vamos a lado nenhum."

"Muito bem. Se querem tanto ajudar penso que podem ficar como consultores e ajudar o Tobias, a Ema e os restantes a conseguir o sucesso desta missão.", disse o Capitão pegando em duas pastas. Continuou...

"Estão aqui todas as informações sobre a missão. Estudem-nas. Já agora, o Dr. Rato foi feito nosso prisioneiro até este assunto passar. Não podemos ter um lunático à procura de respostas a andar por aí. Ele estará a dormir o tempo todo e iremos liberta-lo assim que tudo acabar. Será como se nada se tivesse passado."

Não tinha tanta certeza disso...

 

O Capitão e os agentes afastaram-se e eu e o Hugo pegamos nas pastas para ler. Sentámos-nos numa mesa e começamos a devorar informação.

Na lista de possíveis raptos ou pessoas desaparecidas encontrava-se:

  • Gonçalo Traveca
  • Joaquim Jessica
  • Joaquina Jessica
  • Rute Hélio
  • Francisco Jaime
  • Cristiano Ronaldo Banana Júnior

 

Reparei que para além dos meus pais o pai da Carolina Banana também era uma das pessoas desaparecidas. Estranho ela não ter demonstrado nada, de tão histérica que é. Estranheza que pouco tempo durou quando cheguei à parte onde dizia "Suspeitos de Cria" e o único nome que encontrei foi...

Carolina Banana.

 

CAPÍTULO IX   

 

O SÍTIO.jpg

 

 

(Esta é uma série que comecei a escrever há pouco tempo e aqui está o oitavo capítulo. Link dos primeiros capítulos no inicio. Hei-de escrever todas as semanas, mas caso tenham sugestões para esta minha pequena história, por favor, contribuam, com pequenas ideias, capítulos, entre outros. Escrevam comigo ou deixem-me escrever para vocês, que acham?!)

#dia 121 - Falar de tudo e de nada

Há muita coisa a acontecer no mundo, na minha vida e provavelmente na vida de toda a gente, mas vou focar-me na minha por momentos.

Eu adoro fazer posts onde apenas falo de coisas que quero, como uma corrente de pensamentos, porque penso que me saem de uma maneira muito natural. Contudo tenho saudades de outros posts, como "Tipos de x pessoas" e devo voltar a esses. Mas para já fica uma corrente de pensamentos do meu agora...

 

Vamos começar assim, em GRANDE!

“Namorem com quem quiserem, mas casem-se com ‘nerds’”

Sheryl Sandberg, COO do Facebook

Pretendo seguir este conselho à risca. Onde anda o meu nerd? Estou pronta para a aliança e discussões sobre se os lençóis da cama serão da Star Wars ou Star Trek. E se não vieres até mim, I don't know who you are, but I will find you and I will kill you, se não quiseres ficar comigo.

 

Foi um fim de semana grande...

O Benfica foi campeão, tetra-campeão com o 36º título. Eu sou benfiquista e no momento do jogo estava no banho a cantar Tori Kelly e a esfregar a minha maravilhosa pele de lixívia com gel de banho de romã. Por isso, vamos continuar.

O Papa Xico veio a Portugal e infelizmente metade da vinda dele esteve envolta num negócio de publicidade sujo e a outra metade envolta na fé. Enfim...

Salvador Sobral ganhou o festival da Eurovisão e por muito que eu goste e ache que foi muito merecido e que a música é muito bonita, talvez já chega de falar disso? Sinto que vou ser apedrejada cada vez que digo isto. Tenho um orgulho enorme, apenas acho que quando se abusa de alguma coisa, nunca dá certo.

 

Ando numa onda de podcasts, adoro! Ouço o Not Too Deep da Grace Helbig e se me virem num café ou autocarro com fones nos ouvidos a rir como uma hiena descontrolada, é sinal que estou a ouvir o podcast.

Conhecem bons podcasts que me possam aconselhar? Eu gosto do da Grace Helbig e do Shane Dawson. Prefiro em inglês.

 

Cada vez estou mais próxima de lançar o meu livro e estou a gritar internamente!! Calma, calma... respira. Continuando...

 

Once Upon a Time deu a sua season finale ontem à noite e eu vi em streaming. Há dois posts atrás eu falei sobre esta série e disse que não sei como poderia andar em frente sem metade dos seus protagonistas, bem, isso mudou. Mais uma vez a séries surpreendeu-me pela criatividade dos escritores.

Tem todo o sentido a saída dos protagonistas em questão, porque a série dá um salto no tempo e volta um pouco ao que foi no início. Mas terá uma abordagem um pouco diferente. Espero ansiosa pela 7ª temporada!

 

Já agora fiquem atentos, porque dia 18 deste mês, na quinta-feira, irei ser convidada do blog da C.S., Há mar em mim, na rubrica Às quintas viajamos e irei falar da minha viagem a Roma. Contem com muitos ténis e bolhas.

 

Preciso de ir às compras mas estou com uma preguiça muito grande e só de pensar em gastar dinheiro, dá-me um arrepio na espinha. As minhas emoções estão ligadas à minha carteira como podem ver.

 

Assustei a minha vizinha do 6º andar. Fui levar o gremlin à rua e em pleno elevador estava numa dança frenética ao som dos OneRepublic, No Vacancy, a bater palmas e assim que a porta se abre eu dou um rodopio para a porta com um bater de palmas e o grito que saiu da boca da pobre rapariga foi digno de filme de terror. Eu limitei-me a tirar o fone e ainda ouvi "Que susto, credo.", sorri e pedi desculpa e lá continuei a dançar e a bater palmas. 

A vizinha do rés-do-chão veio ver o que se passava e tudo. Mal educada a rapariga, a gritar assim aquela hora da noite. Ela assustou a cadela, estúpida!

 

Ide ler a minha mini-série "O Sítio", aquilo dá-me orgulho e está porreira. Quem não gosta da Princesa Maionese?

Vá, andem lá.

 

A Hipster Chique

 

 

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