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A Hipster Chique

humor . nerd . fluente em klingon . criativa - ish . opinião

A Hipster Chique

humor . nerd . fluente em klingon . criativa - ish . opinião

Feliz? Feliz não!! Felicíssimo Dia!

14.02.19, A Hipster Chique

Isto é um desejo mesmo verdadeiro! 

Tenham um felicíssimo Dia dos Namorados, Dia de São Valentim, Dia Anti-Valentim, Dia do Mamanço, Dia dos Solteiros Orgulhosos, seja lá o que decidires festejar.

 

És comprometido(a)? Ora muito bem!

Queres encher a tua cara metade de corações e cenas virtuais? Abusa do Instagram, do Facebook, do Twitter, do Tinder e até do falecido Snapchat.

Queres mamar daquela boca o dia inteiro ou só uma porção do dia porque a conta da luz tem de ser paga? Mama para aí e tem cuidado com o cieiro.

Queres oferecer um urso de dois metros que no fundo será apenas mais uma fonte de ácaros e alergias? Vai em frente mas junta-lhe um anti-histamínico, se queres mamar a boca é necessário que a outra pessoa respire pelo nariz.

Queres fazer surpresas super hiper mega românticas? Contrata lá essa empresa que coloca post-its pelo carro onde os amarelos soletram I LOVE U (com o U porque para YOU não há espaço).

Queres ser criativo na cama? Tangas com trombas de elefante, preservativos que brilham no escuro com datas duvidosas, chantilly pelo corpo que se secar irá servir como cera depilatória e até um strip à Magic Mike que te pode levar ao hospital com uma bacia torta, tudo é permitido amigos!

E pronto, têm alguém para amar e para passar um dia especial, que não devia ser o único, mas pronto.

 

 

És solteiro(a)? Então pensa, não estás assim tão mal...

Abusa das redes sociais. Para quê? Para fazer TUDO o que quiseres. Babar com qualquer pedaço de carne humana que apareça, sem obrigações de resposta, os emojis mais usados não vão ter corações, a não ser aqueles que usas por ironia, vais ter mais beringelas que corações e isso diz tanto sobre a tua liberdade de expressão solteira!

Podes mamar também... mas com muito mais diversidade de mamanço, escolhe quem queres mamar e fica mamando o tempo que quiseres mamar.

O dinheiro que poupas em prendas podes gastar em comida, brinquedos sexuais para uso individual ou em contas de streaming. O teu mundo é um oceano de possibilidades e dildos com unicórnios.

Criatividade na cama é ainda maior! Podes dormir como uma estrela do mar bêbada, babar nas almofadas como se as tuas glândulas salivares tivessem hospedado uma rave e fazer todo o tipo de actividades nocturnas sem qualquer julgamento com todo o tipo de membros superiores acessíveis. 

E pronto, amas-te a ti próprio e é só mais um dia.

 

 

És mamão/mamona?

Mama!

 

Feliz Dia do Que Quiseres!

 

A Hipster Chique

Hipster Nerd - Ep. 3 . Potterhead

13.02.19, A Hipster Chique

I solemnly swear I am up to no good...

 

No último sábado fui ver o cine-concerto do "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban", o terceiro filme do franchise e realmente a magia aconteceu naquela sala.

O meu olhar seguia mais a orquestra, que este ano se fazia acompanhar de um coro, do que o filme mas saboreei cada momento. Aplaudiram-se as casas (Gryffindor, Slytherin, Hufflepuff e Ravenclaw) e claro que já todos sabemos qual é a minha, e se estão com dúvidas eu faço questão de as retirar... Prova Única:

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A música ficou a cargo da Orquestra Filarmonia das Beiras, que mais uma vez fez um trabalho magnífico e trouxe mais emoções a um filme que já por si está cheio delas.

Os fãs aplaudiram cada entrada da sua personagem favorita, falas foram ditas em voz alta, "Turn to page 394" e no fim varinhas foram levantadas em homenagem aos Potterheads e aqueles que fizeram de nós fãs fieis, que já não estão entre nós.

 

... Mischief Managed.

 

A Hipster Chique 

Basta

09.02.19, A Hipster Chique

Às vezes chegamos a um ponto onde já não dá mais e “basta” é a palavra de ordem! 

Eu disse basta. Disse-o em voz alta porque já não quero sofrer mais, não quero ser só mais uma vítima.

Tu magoaste-me fisicamente, tu fizeste-me duvidar de coisas que não deveriam ser colocadas em causa, fizeste-me sentir mal e por vezes sentar no chão gelado de lágrima no olho...

Sei que podes não ter culpa porque afinal fui eu que te escolhi, no entanto eu sei que tenho o poder de te dizer adeus e foi isso que eu fiz.

Disse adeus a uma vida de dor, a um interior pobre e que não me oferecia protecção. Hoje é o dia da mudança!

Sei que vai custar muito e que nem sempre vai valer a pena... mas entre dúvidas, eu escolhi comprar papel higiénico de três folhas e o de uma folha ficou-me a ver afastar para sempre, sabendo que não me vai magoar mais.

Espero que sejas feliz e que percebas só serves para casas de banho públicas onde não irei expôr as minhas entradas e saídas da mesma forma que o faço em casa.

 

A Hipster Chique

 

Hipster Nerd - Ep. 2 . Os livros de Janeiro

07.02.19, A Hipster Chique

Esta é a rubrica semanal que comecei a semana passada, foi sugerida pela Sofia como "O Diário de Uma Nerd" e eu alterei para "Hipster Nerd".

A semana passada:

 Hipster Nerd - Ep. 1 . O que é ser nerd?

 

Esta semana trago-vos a minha lista de livros lidos em Janeiro e uma pequena review, livre de spoilers, que também podem encontrar no Instagram do meu novo projecto, Bicho da Galáxia.

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No mês de Janeiro li seis livros e que viagens fantásticas!

 

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  • The NIX . Nathan Hill  ⭐️⭐️⭐️⭐️ (4/5)

“Something does not have to happen for it to feel real”
Samuel Andresen-Anderson é uma personagem pela qual me apaixonei de forma imediata e as páginas voaram.
Sam é um viciado em vídeo-jogos, professor de literatura numa faculdade medíocre de Chicago e um autor falhado e a sua mãe, Faye, é uma professora assistente que toma uma acção agressiva física e verbal contra um político de direita e acaba exposta na internet sendo rotulada de prostituta e terrorista. Faye abandonou Sam quando ele era ainda pequeno e o reencontro dos dois é complexo e leva ambos numa descoberta da vida.
Ao longo do livro é-nos introduzido várias personagens e perspectivas que nos levam a compreender as acções das personagens. Somos levados aos anos 60 dos EUA e Chicago onde Sam descobre um pouco mais da história da sua mãe e acaba redescobrindo a sua.
Romance, humor cínico, segredos misturam-se com capítulos curtos e irresistíveis para o leitor.

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  • Fortaleza Impossível . Jason Rekulak ⭐️⭐️⭐️⭐️ (4/5)

“É uma dessas ideias que não soa estúpida até alguém a dizer em voz alta”
“A Fortaleza Impossível” é uma viagem pelos anos 80 e só por aí chamou a minha atenção.
É a história de três amigos, Billy, Clark e Alf, de 13 anos, tímidos que não se identificam com a maioria dos jovens e que são obcecados pelo universo feminino, tudo o que tenha algum contexto sexual é como ouro para eles.
Essa obsessão ganha novos contornos quando a Playboy apresenta uma capa com a mulher dos seus sonhos, a Vanna White e aqui começa uma aventura com planos mirabolantes para conseguirem colocar a mão naquela que para eles é a sétima maravilha.
Um romance, planos ilegais, programação de jogos e muitas referências que homenageiam os anos 80, fazem com que seja impossível não o devorar de uma leitura só. Para além de ser o título do livro, “A Fortaleza Impossível” é também um jogo que o leitor pode jogar no computador.

 

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  • Por Um Fio . Rainbow Rowell ⭐️⭐️⭐️ (3.5/5)

De uma leitura leve, “Por Um Fio” tem a certa quantidade de humor e emoções com um plot um pouco diferente dos romances típicos.
Rainbow Rowell, autora de êxitos como Fangirl e Eleanor & Park, também escreveu algumas comics dos Runaways para a Marvel e tem uma escrita bastante diversificada.
Neste livro de ritmo rápido sobre relações e a importância do compromisso ficamos a conhecer a história de Georgie e Neal que se vêem confrontados com uma decisão que pode influenciar a sua vida. A luta entre carreira e família com a questão “Porque não ter ambos?” a pairar sobre Georgie e as memórias do que era ter um telefone de corda enrolada e aquelas chamadas longas com aquela pessoa especial, tornam este livro um bom aperitivo de uma tarde chuvosa.

 

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  • A Grande Solidão - Kristin Hannah ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ (5/5)

O livro de Janeiro do #hmbookgang (um clube literário que faço parte, aconselho a visitarem e a seguir @hmbookgang) e um dos melhores livros que já li, entrando no meu top de favoritos.
Kristin Hannah, a autora, mudou-se para o Alaska nos anos 70 depois do seu pai decidir que queria ir viver para o sítio mais bonito do mundo e daí começou a inspiração para esta história extraordinária de superação e coragem. “A Grande Solidão” conta-nos a história de Leni, uma personagem com o qual me identifiquei logo à partida, e dos seus pais Cora e Ernt.
Numa tentativa de melhorar a sua vida e a vida da sua família, Ernt, um homem que vive com os seus fantasmas da guerra e que demonstra uma personalidade violenta, decide mudar-se com a filha e a mulher para o Alasca, Kenai e toda a descrição do local, da cidade e das suas paisagens, dão-nos vontade de querer saber mais sobre a região. Dei por mim a passar uma tarde inteira no Google a pesquisar sobre Kenai e o Alasca.
Uma relação conflituosa e estranha entre os pais de Leni, o amor representado em diversas formas e uma grande dose de coragem fazem deste livro uma obra magnífica que leva o leitor numa viagem de muitas lágrimas e emoções.

 

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  • Um de Nós Mente . Karen M. McManus ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ (5/5)

Quem não está a mentir afinal?
Ora aqui temos um mistério que me viciou do princípio ao fim. Cinco personagens, cinco personalidades diferentes, uma morte e temos o princípio desta história que para mim me fez lembrar um mix de Pretty Little Liars/Riverdale/13 Reasons Why.
Tinha as expectativas bem altas, excelentes recomendações e o hype é verdadeiro! Percebi que era um livro onde os detalhes iriam importar e tentei não ler tão rápido como costumo ler, o que me permitiu aproveitar o crescimento das personagens, a apresentação das suas personalidades e vidas e os twists da história.
Apaixonei-me pelo rebelde Nate (Shocking, eu sei!! 😂), adorei perceber as suas motivações bem como, mesmo sendo um clichê, a sua relação com Brownyn, a nerd.
Um livro que toca em assuntos como o suicídio e a homofobia e que nos faz pensar que por vezes não conhecemos de todo as pessoas com quem lidamos no dia-a-dia ou as suas razões para serem como são.

 

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  • Quando a Luz se Apaga . Nick Clark Windo ⭐️⭐️⭐️ (3.5/5)

Um livro que me colocou ainda mais preocupada com o futuro desta humanidade cada vez mais viciada em tecnologia e incapaz de funcionar sem internet.
Esta história apresenta-nos o Feed, uma rede social que está implementada no cérebro da população, onde podem aceder sem qualquer limite a memórias, pensamentos em tempo real e qualquer informação que necessitem. Já não existem livros, nem qualquer informação fora do Feed e no meio dos viciados só um grupo de resistentes é que tenta fugir ao seu controlo usando engenharia reversa.
O casal principal da trama, Tom e Kate, tem uma ligação bem directa com o Feed. O pai e irmão de Tom são os criadores da rede e ele é contra essa criação, já Kate é uma personalidade famosa no Feed sendo seguida por milhões e adora a sua vida de “youtuber”. Um dia o Feed sofre um ataque de um grupo de hackers, é colocado offline e a humanidade já não sabe como viver o seu quotidiano sem o Feed na sua cabeça, sendo alguns dos cidadãos afectados com uma doença misteriosa.
Todos terão que reaprender a fazer as mais simples tarefas e até o próprio vocabulário.
Com uma temática assustadora, não foi um livro que me tenha prendido logo de início mas que ao fim de alguma insistência me envolveu neste que pode estar perto de ser um possível futuro para a nossa sociedade.

 

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E estes foram os lidos de Janeiro, sem contar com as mais de 15 comics que se juntaram à festa. Foi um bom mês e o favorito foi "A Grande Solidão" de Kristin Hannah que deu cabo do meu emocional todo, foi sem dúvida um livro que entrou no meu top de favoritos de todos os tempos.

 

E vocês? Que andaram a ler em Janeiro ou o que estão a ler agora?

 

A Hipster Chique

 

 

 

O Roast D'A Hipster Chique - Parte Um

06.02.19, A Hipster Chique

Isto poderia ser uma receita de um assado mas como já muitos de vocês se queimam tanto aqui nesta comunidade, achei melhor não arriscar.

 

Quem me deu esta para lá de brilhante ideia foi o senhor Triptofano, que teve de optar por um nome pouco original para o seu blog porque Glutamato e Isoleucina já tinham sido usados e o seu maior sonho, Paracetamol, tem direitos de autor.

Para quem não o segue ou conhece, este espécime de homem raro é um apaixonado por comida, fã de Ana Malhoa e um entusiasta de cosméticos, porém ainda não descobriu a cera para remover os pelos à Tony Ramos que demonstra nas suas fotos "sensuais" do Instagram.

 

Se não gostam de música boa podem sempre seguir a Sofia, a DJ Zumba aqui do sítio que adiciona sempre uma música, para fazer a nossa alma vibrar, aos seus posts. Se continua a pôr músicas da Zumba faz é a minha alma fugir do corpo.

E quem é que aqui conhece a Desconhecida? Ninguém... e o Hetero Doméstico, onde o nome do blog já é um roast a ele próprio? A Melhor Amiga Procura-se que desde 2016 parece não encontrar a melhor amiga, talvez porque procura num blog e já ninguém lê blogs, porém com 404 seguidores já seria tempo de alguém se chegar à frente. Que tal o nosso mais recente animal selvagem daqui da zona?

 

O Urso, que de acordo com a sua escrita não deixa dúvidas que escreve de patas bem peludas e unhas compridas. É um animal perdido que recentemente fez um post a admitir que cometeu um erro... talvez o erro visível na sua página de perfil chamada "Sensuais Palavras".

Pelos vistos o erro tem cúmplice, a dESarrumada, a mulher que leva o António Variações à molha interna e os homens que conhece no Tinder à seca.

 

A Hipster Chique... AGORA É A VOSSA VEZ! GO!

 

DESAFIOS

DIÁRIO DE UMA NERD - EP. 1

UM DIA SEM TECNOLOGIA

Um Dia Sem Tecnologia

05.02.19, A Hipster Chique

AMANHÃ SAI O ROAST D'A HIPSTER CHIQUE... PARTE UM!

 

A Desconhecida propôs-me passar um dia sem tecnologia e eu achei que seria algo que conseguiria fazer facilmente, bem enganada estava eu. Claro que sei que uso muita tecnologia para o meu dia-a-dia mas nunca pensei que estivesse tão perto de um vício grave.

Para passar um dia assim tive de colocar algumas regras porque como não tenho telefone em casa e tenho de falar pelo menos com três pessoas que estão longe no dia-a-dia, coloquei um horário para efectuar essas chamadas e o restante tempo passei sem tecnologia.

Escolhi um dia mais calmo a nível de trabalho porque uso o computador quase de forma exclusiva para trabalhar. Sabia que tinha de avisar algumas pessoas em relação ao meu blackout e só me coloquei na companhia do telemóvel, sem dados móveis, por motivos de emergência.

Agora, conto aqui a experiência de um dia diferente.

 

Acordei com um despertador a pilhas e não com o despertador do telemóvel. Costumo colocar música logo de manhã para me ajudar a começar melhor o dia e desta vez foi um livro que me ajudou no processo. 

Tomei um duche e graças dou porque nunca precisei de tecnologia para tal e há algo muito errado com quem precisa, vesti-me, tomei o pequeno-almoço e sem ver o horário dos autocarros no telemóvel, fui na desportiva sem qualquer informação e esperei vinte minutos de forma muito impaciente porque não conseguia saber quanto tempo faltava para o autocarro chegar. Normalmente mando uma mensagem para o serviço da Carris para saber quanto tempo falta, como não dava com sinais de fumo, lá plantada fiquei.

Os livros foram as minhas companhias em momentos mais parados, como ir em viagem, estar a almoçar, onde costumo ouvir música ou a ver vídeos. 

Em vez do computador fiz-me acompanhar de um caderno e caneta e foi assim que fiz uma reunião de trabalho, com muito sucesso. Isto é algo que não funcionava com qualquer tipo de reunião.

Como só tinha uma reunião que me ocupou a manhã toda, voltei para casa. Comecei a fazer limpezas acompanhada de um silêncio mortal, arrumei a sala e o quarto, escrevi muito no caderno, li e cozinhei marmitas para a semana inteira. Tudo isto numa tarde, sem televisão, sem telemóvel, nada.

Fui às compras sem ver os folhetos da promoção na internet, jantei e estive a ler e a trabalhar, usando um caderno, até à hora de ir dormir.

 

CONCLUSÕES

  • Saí de casa com 98% de bateria e regressei com 80% (18% da bateria foi usada para fazer as 3 chamadas ao final do dia), por norma chego a casa já com a bateria no vermelho;

 

  • Estive 14 minutos ao telemóvel nas chamadas que tinha de fazer;

 

  • Não ouvi música nem vi televisão e isso não me custou nada, de todo;

 

  • O pior momento do dia foi quando fui à casa de banho, sem telemóvel e sem revistas/livros (por esquecimento) e parecia que já não sabia fazer cocó sem ler ou ver algo ao mesmo tempo. Fui à moda oldschool e comecei a ler o rótulo das toalhitas e da lixívia (NO QUE ME TORNEI!!)

 

  • Quando fui à net no dia seguinte, parecia que tinha perdido muita coisa, não sabia o que se passava e percebi que preciso de mudar um muito os meus hábitos e começar-me a focar no que realmente interessa e é importante

 

  • Senti imensa falta do computador pois é a minha ferramenta de trabalho, a escrita manual não conseguiu substituir totalmente o seu uso

 

  • Usava o Google Maps para saber onde fica determinado sítio e desta vez andei a perguntar às pessoas

 

Sem dúvida que a tecnologia se tornou quase numa necessidade básica e isso está ERRADO. Num dia normal sou capaz de estar 7h do meu dia de volta da tecnologia e nesse dia estive 14 minutos (chamadas) e é assustadora a sensação de estranheza que tinha porque não podia mexer no telemóvel, mesmo em coisas tão básicas como ver as horas ou pesquisar o significado de uma palavra.

A sociedade vive em ecrãs e percebi que mal se via alguém sem o seu dispositivo na mão. Quero começar a diminuir o meu tempo de ecrã e já defini alguns objectivos e conselhos a seguir:

  • Só mexer no telemóvel se necessário (MESMO!)
  • Deixar o telemóvel na sala quando for dormir e meia hora antes de me deitar coloca-lo de lado
  • Se não está a dar nada de jeito na televisão, desligar e ler um livro, desenhar, tocar ukulele
  • Passar um máximo de 2h por dia nas redes sociais
  • Usar agenda de papel e despertador de pilhas

 

Nem sempre consigo cumprir tudo isto à regra mas estou a tentar melhorar.

 

E vocês, acham que são viciados em tecnologia?

O que vos custava mais de tivessem de passar um dia sem tecnologia?

Desafio todos a tentarem e a darem o vosso testemunho no vosso blog.

 

A Hipster Chique