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A Hipster Chique

As trivialidades de uma geek, talvez um pouco hipster, com algum sentido de humor e criatividade q.b..

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Qua | 10.05.17

#dia 116 - Illuminate World Tour . Shawn Mendes / James TW

Esta noite fui ao concerto do luso-canadiano Shawn Mendes, com abertura do britânico James TW. Antes que pensem que isto foi apenas mais um concerto de adolescentes histéricas e um cantor que está a fazer apenas mais um concerto, sem nada de especial, bem... metade está certo.

Houve gritos, choros, pais a rezar pela hora do fim e uma família do cantor principal a ser esmagada por uma plateia de ser-vivos perigosos e movidos a hormonas e estupidez.

Contudo, a parte da música e da performance de ambos os cantores foi de facto muito boa. Ia sem grandes expectativas, porque os cantores para além de talentosos, são jovens e isso poderia fazer com que o espectáculo combinasse com o histerismo, o que não aconteceu de todo. 

Conhecia o trabalho de ambos os cantores e fiquei admirada do principio ao fim.

 

O cantor britânico de 19 anos, James TW abriu o concerto e foi apenas um jovem, vestido da forma mais casual possível de guitarra na mão, loop no pé e um pequeno logótipo no fundo com o seu nome. Uma luz fixou-se sobre ele e lá começou.

Uma meia dúzia de músicas acompanhado por um loop, guitarra e/ou piano. Simples.

Dois covers, algumas músicas originais e lá se passou meia hora, muito bem passada. Música boa e divertida. O público por vezes lá se lembrava de exprimir hormonas descontroladas, mas nada que um tapar de ouvidos não aguentasse. 

Lá para último, veio um pequeno espectáculo de luzes de telemóvel que iluminou literalmente todo o MEO Arena.

 

James TW - Portuguese audience . Lights

 

Foi a vez do Shawn Mendes, o cantor luso-canadiano e estrela principal do concerto actuar. O começo um pouco mais trabalhado, alguma ajuda visual, mas continuando tudo muito simples. Lá entrou em palco e outro visual casual e uma guitarra na mão e assim foi.

Trocava de guitarra em algumas músicas, foi para um palco improvisado no centro da arena tocar piano, um momento muito bonito.

Os efeitos visuais durante esta actuação deixaram-me de queixo caído, pela simplicidade, mas por toda a estética. As imagens lindíssimas que passavam com efeito e a bola gigante, no meio da arena que combinava planetas com cores e luzes ao ritmo da música. Fantástico!

Penso que houve pouca interação com o público porque também cada vez que o rapaz dizia algo, era tudo a gritar de uma forma não humana, não natural. Mas de resto, foi muito bom. 

Para final de concerto, a última música tocada ao piano e depois guitarra, acompanhado pela bandeira nacional portuguesa como capa.

 

 

Vi pessoas de todas as idades a vibrar de forma diferente a este concerto e só posso dizer que gostei muito. Sem dúvida que repetia. Sou uma pessoa que ouve literalmente de tudo e sei dar valor a todos os cantores e bandas e penso que estes dois, esta noite, mostraram um grande valor e talento. Não fosse o cantor principal metade português!

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