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A Hipster Chique

As trivialidades de uma geek, talvez um pouco hipster, com algum sentido de humor e criatividade q.b..

A Hipster Chique

As trivialidades de uma geek, talvez um pouco hipster, com algum sentido de humor e criatividade q.b..

22.Mai.17

O Sítio . Capítulo VIII

CAPÍTULO VII

 

CAPÍTULO, O OITAVO

 

 

 

Entramos...

 

A entrada da organização e o seu interior pareciam saídos de um filme de ficção científica. Imediatamente vi várias pessoas com um casaco preto vestido onde se podia ler "O.P.I.M. - Organização de Protecção da Inocência Mental" e o nome do agente. O Tobias e a Ema vestiram o seu assim que entraram e "Agente Tobias Viagem" e "Agente Ema Viagem" ainda me metiam um pouco de confusão. Custódia era um nome com mais charme a meu ver, mas pronto, Viagem seria. 

Pensei que iríamos em direcção ao chefe da organização, o pai do Tobias, mas em vez disso eu e o Hugo fomos levados para uma sala branca. O Tobias e a Ema abandonaram a sala e trancaram-na.

"A sério que nos vão deixar aqui como prisioneiros?", disse eu em altos gritos.

"É para vossa protecção. Primeiro precisamos de falar com o meu pai. Não se preocupem, não são nossos prisioneiros.", respondeu o Tobias.

Os irmãos Viagem afastaram-se e pouco ou nada se via através daquela sala branca onde apenas se encontrava um sofá, uma mesa e um par de cadeiras, também todos brancos. 

"Sinto-me um pouco claustrofóbico e tanto branco faz-me mal ao fígado, tu sabes.", disse-me o Hugo.

"Eu sei, vais ver que não ficamos aqui muito tempo.", disse eu.

"Tu confias neles?", perguntou o Hugo com cara de desconfiado.

"Por enquanto apenas tento confiar. Contudo acho que eles sabem mais do que nos estão a contar. Vamos ver como corre.", respondi eu.

 

Duas horas passadas e continuávamos na sala branca sem ver alma viva. De repente vejo o Tobias a vir em direcção à sala branca na companhia de um senhor alto e atlético com o nome "Capitão Douradinho Tio Viagem", presumi que fosse o seu pai. Assim que entraram na sala, o senhor apresentou-se...

"Boa noite, o meu nome é Capitão Douradinho Tio Viagem, o chefe desta organização. Mas podem-me tratar por Tio Viagem."

"Tio? Achei que o pai do Tobias e da Ema é que era chefe desta organização, não o tio.", disse eu.

"E sou o pai. O meu nome é Tio Viagem. Não tio de tio, Tio de Tio nome.", respondeu o pai do Tobias?!

"Quer o quê?", disse o Hugo

"Esquece Hugo. Eu queria saber porque estamos a ser tratados como prisioneiros e porquê tanto secretismo. Afinal já sei que isto é uma organização secreta e que vocês tem algo a ver com a Princesa Maionese e que ela muito provavelmente raptou os meus pais. Como pensa resolver isso? Nós queremos ajudar e somos capazes.", disse eu confiante.

O Capitão trocou olhares com o Tobias e fez-lhe um pequeno sinal com a cabeça, o que levou o Tobias a abrir a porta da sala branca. O Capitão olhou para mim e para o Hugo e disse...

"Acompanhem-nos..."

 

Andamos um bocado por um túnel e fomos dar a uma sala gigante onde se podia ver diversos monitores, quadros gigantes, vários agentes, salas e até armas nada convencionais, estas tinham aspecto de pepino.

O Capitão continuou...

"Bem-vindos à HQ da O.P.I.M., a Organização de Protecção da Inocência Mental. Somos uma organização com mais de cem anos que foi criada pelo meu avô para protecção da Terra contra invasores de outros planetas, galáxias e até universos. Neste momento estamos com uma missão que já dura há 17 anos, onde acompanhamos um ser extra-terrestre chamada de Princesa Maionese na sua busca pela sua cria. Já passamos por quase todos os continentes, mas temos razões fortes para acreditar que a cria está realmente aqui em Sítio."

"Mas sabem quem pode ser?", perguntei eu.

"Temos as nossas desconfianças e de momento um suspeito muito forte. Contudo estamos a agir de acordo como nos outros locais. Apagamos qualquer referência sobre a Princesa Maionese do servidor de internet local, retiramos todos os livros com a palavra maionese e tentamos evitar possíveis maldições que a Princesa possa causar. Infelizmente não fomos bem sucedidos hoje de tarde, onde infelizmente as equipas Galos e Borboletas foram assassinados e onde felizmente muita gente vai ter dores de barriga após comer tanta galinha frita.", explicou o Capitão.

 

O Capitão continuou a falar mas eu já pouco ouvia, até porque ele começou a falar da história da organização e da importância de continuarem a ser segredo para o resto do mundo. Eu muito sinceramente não queria saber, apenas queria acabar com isto de uma vez, mandar a Princesa Maionese para o arco mais velho, ter os meus pais de volta e voltar à normalidade.

Continuamos na visita à HQ da organização e ficamos a conhecer as máquinas que usam, que as armas que parecem pepinos afinal chamam-se "beringelarmas", visitamos as salas de reunião, de convívio e até as salas dos actuais prisioneiros que estavam todas trancadas não permitindo ver quem estaria lá dentro.

 

Um grupo de três agentes veio na nossa direcção e o Capitão apresentou-os...

"Estes são os agentes Vasco, Pardal e Quinta. Fazem parte da missão Maionese com os meus filhos Tobias e Ema."

Imediatamente o Hugo fixou os olhos no Agente Vasco e os seus olhares foram bem recebidos. Mas por muito que quisesse que o meu melhor amigo finalmente encontrasse o amor eu não poderia perder o foco para aquilo que se estaria a passar. Então disse...

"Penso que já visitamos tudo e tivemos uma óptima tour, mas continuo sem perceber o que estão a fazer e como pretendem travar a Princesa Maionese e recuperar as pessoas raptadas. E que fique bem claro que quero ajudar. Eu e o Hugo, e não vamos a lado nenhum."

"Muito bem. Se querem tanto ajudar penso que podem ficar como consultores e ajudar o Tobias, a Ema e os restantes a conseguir o sucesso desta missão.", disse o Capitão pegando em duas pastas. Continuou...

"Estão aqui todas as informações sobre a missão. Estudem-nas. Já agora, o Dr. Rato foi feito nosso prisioneiro até este assunto passar. Não podemos ter um lunático à procura de respostas a andar por aí. Ele estará a dormir o tempo todo e iremos liberta-lo assim que tudo acabar. Será como se nada se tivesse passado."

Não tinha tanta certeza disso...

 

O Capitão e os agentes afastaram-se e eu e o Hugo pegamos nas pastas para ler. Sentámos-nos numa mesa e começamos a devorar informação.

Na lista de possíveis raptos ou pessoas desaparecidas encontrava-se:

  • Gonçalo Traveca
  • Joaquim Jessica
  • Joaquina Jessica
  • Rute Hélio
  • Francisco Jaime
  • Cristiano Ronaldo Banana Júnior

 

Reparei que para além dos meus pais o pai da Carolina Banana também era uma das pessoas desaparecidas. Estranho ela não ter demonstrado nada, de tão histérica que é. Estranheza que pouco tempo durou quando cheguei à parte onde dizia "Suspeitos de Cria" e o único nome que encontrei foi...

Carolina Banana.

 

CAPÍTULO IX   

 

O SÍTIO.jpg

 

 

(Esta é uma série que comecei a escrever há pouco tempo e aqui está o oitavo capítulo. Link dos primeiros capítulos no inicio. Hei-de escrever todas as semanas, mas caso tenham sugestões para esta minha pequena história, por favor, contribuam, com pequenas ideias, capítulos, entre outros. Escrevam comigo ou deixem-me escrever para vocês, que acham?!)

22.Mai.17

#dia 128 - A arte do sono

Ainda no último post falei desta pequenina maravilha chamada "dormir", a acção de fechar os olhos e deixar-se levar para um mundo de sonhos ou um mundo de baba.

Penso nunca ter ouvido ninguém dizer que não gosta de dormir e se esse tipo de pessoas existem eu não quero estar no mesmo local que elas. Mas gostando ou não todos nós o fazemos e ás vezes há com cada um...

 

"I see dead people" 

("Eu vejo pessoas mortas" - Sexto Sentido)

Quando as pessoas resolvem brincar ao "vou fingir que estou num caixão" e o sono fica estranho... Seja em que local for, quando estão a dormir este tipo de pessoas podiam bem passar por falecidas. Nunca sabemos de havemos de acordar ou ver se tem pulso. São estas que também imitam por vezes múmias e conseguem acordar tal e qual na minha posição como adormeceram.

 

 

"This is the way the world ends, not with a bang but a snore"

("É assim que o mundo acaba, não com um bang mas com um ronco" - parafrasear T.S. Eliot)

Achas que o vizinho está a matar codornizes mas afinal é o teu colega de casa que decidiu acordar o planeta Terra com o seu maravilhoso roncar. Sei que não dá para controlar, mas há pessoas que fazem inveja a desastres naturais. Qual katrina?! Sinto que se mudar de código postal ainda vou ouvir tal ruído.

 

 

“They can take our lives, but they can never take our freedom... to sleep everywhere"

("Eles podem tirar as nossas vidas, mas nunca poderão tirar a nossa liberdade... de dormir em qualquer lado" - parafrasear Braveheart - O Desafio do Guerreiro)

Há aquele pequeno conjunto de pessoas que consegue dormir em qualquer lado, mas tem uma certa tendência para os locais mais desconfortáveis de sempre e dormem sempre profundamente. É que é no autocarro, no avião, contra a parede, em cima do candeeiro, tudo! E o melhor de tudo é que são capazes de acordar e não sentir uma pequena dor. Não sei como o pescoço não parte, eu basta encostar a cabeça na almofada e bang, tendinite no ombro.

 

 

"I'll be back"

("Eu voltarei" - O Extreminador Implacável)

Nesta categoria vão os campeões do Snooze, ou seja, pessoas incapacitadas de acordar de manhã, ou seja, eu. Digamos que preciso de acordar às 7 horas da manhã, o que requer minutos de atenção para contas matemáticas de quantas horas preciso dormir para o meu cérebro não ignorar o despertador, 7 a 10 despertadores separados por minutos (ex: 6h30 / 6h35 / 6h40 / 6h45 / 6h50 / 6h55 ...), mensagens motivadoras em cada despertador, tais como "Levanta-te animal, sabes que a galinha é responsável por acordar os restante", "Acorda que ninguém te mandou fazer binge-watching do Sponge Bob" e de manhã tudo começa...

Toca uma vez .. Snooze

(mais 3 minutos...)

Toca outra vez .. Snooze

(mais 4 minutos...)

Toca outra vez!! .. Snooze

(mais vale desistires da vida...)

A esperança estúpida que o meu telemóvel deposita em mim de que vou acordar depois de 3 minutos de snooze é ridícula.

 

 

“What an excellent day for an exorcism”

("Que dia excelente para um exorcismo" - O Exorcista)

Dormir faz-se deitado, por norma, mas ninguém falou que tinha de ser algo feito em sossego. Há quem vá pela imitação da estrela do mar bêbeda (EU), pela galinha que acabou de ter a sua cabeça cortada mas ainda quer soltar uma última franga e depois temos a mais perturbadora, possessão maligna (confesso que também EU). E podem estar com um sono profundo na mesma que nada incomoda, dormir é dormir, sem discriminações.

 

Boa noite e bons sonhos.

 

A Hipster Chique

 

21.Mai.17

#dia 127 - Sono, Calor e Nerdices

Fiz uma cura de sono hoje, ou seja, dormi mais de metade do dia e uso "cura de sono" como justificação para a minha preguiça. Penso que sendo o dia mais estúpido da semana, a meu ver, posso dar-me ao luxo de passar o Domingo a fazer aquilo que me apetece. Claro que tenho muito para fazer, mas às vezes a mente e o coração juntam-se em harmonia e "Netflix e Dormir" torna-se o meu modo de vida por 24h.

 

Há alguém que anda com os copos nestes dias, não sou eu, é a meteorologia. Filha, volta se faz favor a por o tempo em ordem que ninguém dorme em condições com este tempo quente fora de altura e o suor em sítios estranhos dá-me insónia. Quem nunca passou por suor nas pálpebras, não sabe o pesadelo que é.

 

Ainda penso no concerto de ontem e na alegria que me trouxe (Cine-Concerto Harry Potter e a Pedra Filosofal). O cachecol de Gryffindor está agora pendurado no meu quarto e contribuí para toda a nerdorabília que já tenho. Não percebo porque ainda reclamo de ser confundida com uma criança de 15 anos, o meu quarto não permite que me levem como pessoa de 25 anos, o meu blog muito menos e a minha playlist do Apple Music faz inveja às meninas de 13 anos (mas só por vezes ou em dias mais coisos).

 

Tenho os sonhos mais esquisitos quando faço a sesta... hoje lá andava eu no meio do mato com uma lança na mão, mas sem saber o que andava a fazer e fiquei-me por isso. Ainda agora não sei que raio se passou, mas foi algo muito parecido com Jane conhece Gorila conhece zombie. 

 

Já escrevi mais capítulos da mini-série que escrevo aqui para o blog, O Sítio e amanhã irei colocar o capítulo VIII. Hoje pura e simplesmente faço este pequeno post com um olho aberto e o outro fechado. Para esta semana já tenho alguns posts prontos e vou tentar manter os meus sucos criativos no ponto máximo até porque tenho muito para partilhar. Ao fim-de-semana é que desculpem lá, mas tem mesmo de ser algo soft e preguiçoso. Porém, apreciado por mim e pelo meu pato.

 

Vou dormir para voltar amanhã com muita energia e criatividade para o resto da semana. Até lá, encontrem-me no meio do mato com uma lança na mão.

 

A Hipster Chique

20.Mai.17

#dia 126 - Cine-Concerto Harry Potter e a Pedra Filosofal

Senhoras e senhores,

Cine-Concerto Harry Potter e a Pedra Filosofal

 

Foi hoje o dia e foi dos dias mais felizes de sempre. Foi também o dia onde temi pelos meus pelos, porque com tanto arrepio achei que iam cair. O cine-concerto do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal e com música da Orquestra Filarmónica das Beiras de facto trouxe magia ao MEO Arena e foi um dos melhores eventos a que assisti. Mas comecemos pelo inicio...

 

O começo foi sem grandes filas mas com muita gente a abraçar o espírito do Harry Potter, havia pessoas vestidas dos pés à cabeça com a farda da Escola de Magia Hogwarts e outras tantas com um cachecol, uma varinha ou uma t-shirt da sua equipa/casa preferida.

 

Entramos lá dentro e o ambiente continuou a ser muito parecido ao de uma convenção de Harry Potter. Potterheads por todo o lado, um ecrã gigante com o anúncio do que estaria para vir e um palco com tudo pronto para a orquestra, que viria a ser composta com mais de 90 músicos.

 

IMG_2214.jpg

 

Como é óbvio levava uma camisola para demonstrar o meu amor a esta saga, mas como estava calor foi um pouco difícil. Então decidi que tinha de escolher outra alternativa, um cachecol de Gryffindor que usei o cine-concerto todo. Melhores 22€ da minha vida.

O MEO Arena estava composto e muito bem composto, raras eram as cadeiras disponíveis. Começou na hora certa e que começo. A orquestra maravilhosa, sincronização perfeita e filme ainda melhor. O som de uma coisa nunca afectou a outra.

De referir que uma mulher guiou toda a orquestra, uma maestrina e viva ao woman power!

 

Eu arrepiei, chorei, sorri e disse falas como uma profissional, "Harry Potter, our new celebrity." (ARREPIOS)

Por fim, ainda à procura de táxi penso que muitas das pessoas olhavam para todos nós, potterheads e pensaram que o mundo estaria a acabar. Mas não, apenas a melhorar!

Só tenho uma reclamação, aquelas cadeiras do MEO Arena onde foi preciso toda a minha força física para todas as posições de yoga que efectuei para me sentir confortável.

 

A verdade é que não há muitas palavras para descrever aquilo a que assisti e a alegria que me trouxe. Senti-me uma menina de 9 anos pronta para ver o seu primeiro filme no cinema, o mesmo que hoje assisti. Desde então o meu mundo tem um pouco de magia e eu só tenho a agradecer por isso.

 

A todos os potterhead, varinhas ao alto.

A todos os muggles, avada kedrava.

 

A Hipster Chique

19.Mai.17

#dia 125 - Também se vive offline e coisas coisas

Bem-vindos a um post diversificado, porque sim, porque eu quero e porque comi um chocolate e tenho borbulhas na cara. Here we go...

 

Ando em altura de semana académica e de aproveitar um pouco o mundo offline, porque ás vezes é preciso viver um pouco sem a ajuda da tecnologia.

Por vezes gostava de ter um dia sem ser preciso usar qualquer objecto tecnológico, Internet, rede de telemóvel e apenas contar com o que tenho à minha volta. Como é óbvio isso não é assim tão acessível e o máximo que consigo fazer é diminuir o meu contacto com a tecnologia e acreditem, eu já fiz as bodas de ouro com ela.

Quero aprender uma música nova no ukulele? Aplicação.

Ver estreias da semana? Aplicação.

Horário do autocarro? Google.

Como se acaba com o pé de atleta? Google!

É rara a acção do dia-a-dia que não necessite de tecnologia. 

 

Aprendi a tocar a música Eyes Closed no ukulele e estou viciada na minha versão soft aka parti duas unhas a tentar com que o som não ficasse igual a um camelo a ser atropelado por um lama.

Tocar ukulele acalma-me muito! Dá-me paz e energia e isto foi a frase mais zen que escrevi na minha vida.

 

Fui pedida em casamento e foi mágico. Tudo por causa da minha obsessão por comida e a paixão imediata que a funcionária do restaurante mostrou por mim. Contudo não gostei do atraso para entregar uma coisa tão simples como pão e reflectiu-se na gorjeta, em vez de 0 recebeu zero e acabei por decidir que o melhor será continuar solteira.

 

As séries estão todas a entrar em férias e eu preciso de substitutas! A mamã precisa de séries. Falta de respeito, como é que os actores se atrevem a tirar férias em vez de gravar já mais duas temporadas seguidas. Haja paciência. É assim que começam guerras.

 

Sabiam que "Sex On The Beach" é um cocktail com álcool e "Safe Sex On The Beach" é um cocktail sem álcool? Eu descobri isso recentemente e MIND-BLOWING!

 

Vi a minha professora de Escrita Criativa a fazer twerk e agora preciso de um contacto de um psicólogo. Tudo porque provavelmente ela não teve acesso à lista do cocktails sem álcool. 

 

No Twitter andou um vídeo da tia de um menor (3 anos), vestido à Futebol Clube do Porto, a cantar a música "SLB, SLB, SLB, SLB, SLB, filhos da p*ta SLB, filhos da p*ta SLB" enquanto mostrava o dedo do meio. Isto tudo acompanhado por mais duas pessoas que contribuíram para o coro da música, incentivaram e ainda bateram palmas. Pergunto-me! Porque raio é que as pessoas não usam preservativos? Fazem muita falta às vezes e evitam que certas coisas... respirem.

 

Só coisas coisas vindas d'...

 

A Hipster Chique

18.Mai.17

#dia 124 - Queimas e semanas académicas

Estamos na altura das queimas e das semanas académicas e eu como finalista este ano quero aproveitar de outra maneira. Uma decisão que me vou arrepender de tomar. Eu se calhar, já me arrependi.

A malta gosta de se divertir e o que importa é o convívio, os amigos e o bom ambiente. Tudo isto é muito bonito, mas há coisas/pessoas que por vezes fazem esses momentos ficaram estranhos. Eu sendo rapariga que não se importa com estranhezas, posso dizer que há algumas que nem com rezas melhora...

 

Skank Reflex

Para quem não sabe ou desconhece, skank reflex é quando o teu cortex pré-frontal falha em fazer-te feliz a promiscuidade recompensa-te com uma inundação de dopamina. Ou seja, por simples palavras, não estás feliz e ser pega ajuda a melhorar isso.

Uma amiga minha é um pouco assim, mas no caso dela, usa o álcool como activação dessa recompensa de dopamina, ou seja, vira pega assim que toca em álcool.

Ir com ela sair há noite é um pesadelo. Assim que nos dirigimos à bebida, 5 minutos depois não sei onde ela está e 98% das vezes está no canto mais escuro em actividades perversas com um rapaz "sem nome". Os outros 2% está a beber ainda mais ao ponto de a encontrar a dormir na casa de banho (factos reais).

Eu adoro-a e ela é uma pessoa cinco estrelas, inteligente, mas se bebe lá se vai... Assim como ela, um bando delas.

 

Mijadeiro

Até hoje sempre reparei que casas de banho é algo estranho em festas deste género. As portáteis são para raparigas, as paredes para os rapazes. Agora quando chegamos ao ponto de ser tudo no chão e parede, algo está muito errado.

Ver raparigas de cócoras a exercer a libertação de fluídos em pleno canto do recinto é novidade. Talvez pelo cheiro imundo das casas de banho portáteis, ou pela aflição causada pela espera ou por simples intoxicação grave do fígado. Seja como for, naquele recinto o mundo é um mijadeiro.

 

"Eu quero voltar p'ra ilha"

A frase que mentalmente muitos repetem mentalmente na semana académica, principalmente porque é realizada sempre com o rio mesmo ao lado. A quantidade de pessoas que eu já vi a querem ir a banhos durante a festa é enorme. 

Há mais polícia na berma para o rio do que na entrada, tal é o número de Michael Phelps amadores que para lá andam.

 

Música??

Não sei quanto à maior parte das pessoas, mas pelo menos as que conheço melhor e eu mesma NÃO vai para lá por causa da música, porque nem me interessa quem vai e segundo há com cada DJ/banda que valha-me Deus. Certos dj's simplesmente passam 1h a bater com uma martelo numa mesa e a reproduzir o som com um zumbido por trás. 

 

Independentemente disto tudo, o que interessa é que se divirtam e que tenham cuidado. 

 

A Hipster Chique

 

P.S. Visitem o blog da C.S., Há mar em mim, eu participei na nova rubrica dela, Às quintas viajamos... e falei da minha viagem a Roma e dos meus ténis, que Deus os tenha em paz.

16.Mai.17

#dia 122 - Antes e Agora: Versão Especial

Bem, hoje começamos assim o dia. Digam lá que não ajuda ao humor!

 

 

Pelo título já devem ter percebido que vou apresentar-vos um antes e agora, mas especial. Este antes e agora irá focar-se na minha vida, mais precisamente de quando saí da terrinha para vir para a cidade e de como as coisas estão agora.

E agora que estou a pensar bem nisso, UAU!! Realmente há mudanças que nós nem reparamos que acontecem até pensar bem nelas e no que elas fizeram com a nossa vida. Para mim até que foi um bando de mudanças positivas...

 

ANTES

Tinha medo de ser assaltada e violada pelos meus colegas de casa e a sua mãe. Algo que na altura parecia extremamente normal, visto que fui recebida por um jovem magro com aspecto de quem não apanha sol desde que nasceu e passa uma parte considerável do seu tempo no computador, na minha ideia, estaria a preparar um leilão para os meus órgãos, e por um rapaz que era suposto ser o pai da família, mas afinal não e parecia andar a speeds. Já a mãe, uma senhora que amavelmente me quis ajudar a abrir a mala, já que tinha perdido a chave e aparece no meu quarto de faca na mão e em segundos consegue abrir o que seria algo difícil de fazer. Em conclusão, eu tinha razão de ter medo!

 

AGORA

Agora já não tenho medo. Talvez tenha, de me ter entregue à loucura de uma maneira demasiadamente profunda, mas tudo bem! Agora já só vivo com um dos rapazes, sua mãe e um amigo.

Quanto ao rapaz, que é o do gorro, digamos que não temos uma relação muito saudável, eu chamo-lhe princesa diariamente e ocasionalmente gozo com o facto de querer virar um chewbacca humano e ele goza com as mensagens das minhas t-shirts. 

A senhora mãe deste rapaz é a Orca. Sim, o tratamento que faço à possível assaltante de cofres de bancos é fofo. Eu sou a lontra, ela é a orca, a minha Shamu!

Tudo saudável e querido!

 

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ANTES

Estilo, 0. Aspecto, -10. 

E chega!

 

AGORA

Sinto-me melhor comigo mesma, para além de achar que devia perder peso. Contudo sinto-me bem. Gosto do meu cabelo longo, às vezes visto-me como um manequim na secção dos rapazes dos 10 aos 14, outras vezes como uma sem-abrigo e ocasionalmente visto-me decentemente e sou uma senhora. Depende do humor e da quantidade de roupa lavada.

 

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ANTES

Já vos disse que com o medo, na primeira semana que vim para Lisboa não desfiz a mala durante uma semana? Sim, é verdade.

 

AGORA

Tirei a roupa da mala, mas troquei-a pelo cesto de roupa suja e o monte só cresce e a vontade de ir comprar cuecas e meias ao chinês também.

 

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ANTES

A minha alimentação passava por devorar um frango ou uma lata de atum com alface no quarto, trancada!

 

AGORA

Devoro todo o tipo de comida que podia ser mais saudável, continuo no quarto, mas ás vezes saio do quarto e como na cozinha ou sala.

 

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ANTES

A minha pessoa não falava, a minha pessoa fugia!

 

AGORA

A minha pessoa fala demais e devia fugir por vezes.

 

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ANTES

Ia até à Terra umas 6/7 vezes por ano.

 

AGORA

Vou 2 vezes e porque já não tenho escolha e começo a esquecer o aspecto das pessoas. Chegando mesmo ao ponto de cumprimentar quem vai na rua, porque o fazem primeiro, onde mandam beijinhos à minha mãe e perguntam se está tudo bem e eu fico "quem és tu e porque me diriges a palavra?".

 

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ANTES

Era eu, a minha mãe e a minha madrinha.

 

AGORA

Sou eu, a minha mãe, a minha madrinha e um bando de pessoas fantásticas que fizeram a minha vida melhor e são as minhas GRANDES famílias adoptivas.

 

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ANTES e AGORA (porque este precisa ir junto)

Quando vim para esta casa havia um cão, o Mike. Ele foi o primeiro cão que eu tive a sorte de conviver no dia a dia como se fosse meu. Uns anos depois veio a Kika, o nosso gremlin branquinho. Hoje em dia, já só vive por lá a Kika e uma grande saudade daquele grandalhão de pêlo preto. São (e foi) dos meus melhores amigos.

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A Hipster Chique

   

15.Mai.17

#dia 121 - Falar de tudo e de nada

Há muita coisa a acontecer no mundo, na minha vida e provavelmente na vida de toda a gente, mas vou focar-me na minha por momentos.

Eu adoro fazer posts onde apenas falo de coisas que quero, como uma corrente de pensamentos, porque penso que me saem de uma maneira muito natural. Contudo tenho saudades de outros posts, como "Tipos de x pessoas" e devo voltar a esses. Mas para já fica uma corrente de pensamentos do meu agora...

 

Vamos começar assim, em GRANDE!

“Namorem com quem quiserem, mas casem-se com ‘nerds’”

Sheryl Sandberg, COO do Facebook

Pretendo seguir este conselho à risca. Onde anda o meu nerd? Estou pronta para a aliança e discussões sobre se os lençóis da cama serão da Star Wars ou Star Trek. E se não vieres até mim, I don't know who you are, but I will find you and I will kill you, se não quiseres ficar comigo.

 

Foi um fim de semana grande...

O Benfica foi campeão, tetra-campeão com o 36º título. Eu sou benfiquista e no momento do jogo estava no banho a cantar Tori Kelly e a esfregar a minha maravilhosa pele de lixívia com gel de banho de romã. Por isso, vamos continuar.

O Papa Xico veio a Portugal e infelizmente metade da vinda dele esteve envolta num negócio de publicidade sujo e a outra metade envolta na fé. Enfim...

Salvador Sobral ganhou o festival da Eurovisão e por muito que eu goste e ache que foi muito merecido e que a música é muito bonita, talvez já chega de falar disso? Sinto que vou ser apedrejada cada vez que digo isto. Tenho um orgulho enorme, apenas acho que quando se abusa de alguma coisa, nunca dá certo.

 

Ando numa onda de podcasts, adoro! Ouço o Not Too Deep da Grace Helbig e se me virem num café ou autocarro com fones nos ouvidos a rir como uma hiena descontrolada, é sinal que estou a ouvir o podcast.

Conhecem bons podcasts que me possam aconselhar? Eu gosto do da Grace Helbig e do Shane Dawson. Prefiro em inglês.

 

Cada vez estou mais próxima de lançar o meu livro e estou a gritar internamente!! Calma, calma... respira. Continuando...

 

Once Upon a Time deu a sua season finale ontem à noite e eu vi em streaming. Há dois posts atrás eu falei sobre esta série e disse que não sei como poderia andar em frente sem metade dos seus protagonistas, bem, isso mudou. Mais uma vez a séries surpreendeu-me pela criatividade dos escritores.

Tem todo o sentido a saída dos protagonistas em questão, porque a série dá um salto no tempo e volta um pouco ao que foi no início. Mas terá uma abordagem um pouco diferente. Espero ansiosa pela 7ª temporada!

 

Já agora fiquem atentos, porque dia 18 deste mês, na quinta-feira, irei ser convidada do blog da C.S., Há mar em mim, na rubrica Às quintas viajamos e irei falar da minha viagem a Roma. Contem com muitos ténis e bolhas.

 

Preciso de ir às compras mas estou com uma preguiça muito grande e só de pensar em gastar dinheiro, dá-me um arrepio na espinha. As minhas emoções estão ligadas à minha carteira como podem ver.

 

Assustei a minha vizinha do 6º andar. Fui levar o gremlin à rua e em pleno elevador estava numa dança frenética ao som dos OneRepublic, No Vacancy, a bater palmas e assim que a porta se abre eu dou um rodopio para a porta com um bater de palmas e o grito que saiu da boca da pobre rapariga foi digno de filme de terror. Eu limitei-me a tirar o fone e ainda ouvi "Que susto, credo.", sorri e pedi desculpa e lá continuei a dançar e a bater palmas. 

A vizinha do rés-do-chão veio ver o que se passava e tudo. Mal educada a rapariga, a gritar assim aquela hora da noite. Ela assustou a cadela, estúpida!

 

Ide ler a minha mini-série "O Sítio", aquilo dá-me orgulho e está porreira. Quem não gosta da Princesa Maionese?

Vá, andem lá.

 

A Hipster Chique

 

 

14.Mai.17

O Sítio . Capítulo VII

CAPÍTULO VI

 

CAPÍTULO, O SÉTIMO

 

 

 

A Ema olhou para mim e disse...

 

"Jessyca, eu percebo que estejas nervosa e no limite, mas precisas de ter calma. Tudo vai ficar bem aqui no Sítio, te garanto. Só preciso que confies em mim e na minha família. Nós não somos os maus da fita."

"Eu não confio naquilo que não sei. Quem são vocês? Eu quero saber já ou ligo para o Capitão Cerviço Junior!", ameacei eu.

"Está bem. Deixa-me só ligar ao Tobias. Ele pode contar-te tudo o que precisas. Apenas tem calma e espera.", disse a Ema, saindo da minha beira e do Hugo para ligar ao Tobias.

 

Houve um silêncio enorme por uns momentos e apenas troquei olhares preocupados e nervosos com o Hugo. Ele conhecia-me e sabia que calma é coisa que não consigo ficar quando me escondem coisas, mas tínhamos de esperar pelo Tobias.

A Ema voltou... "Ele está a vir e prometo-te que te vamos contar tudo."

"Ok...", respondi eu em tom sério.

Continuamos em silêncio, pelo menos eu e a Ema, porque o Hugo não parava de espirrar por causa do pó dos cachecol dos Borboletas. 10 minutos depois a campainha toca... era o Tobias.

Abri a porta e ele estava calmo mas com cara trancada. Ainda pensei em "ataca-lo" com perguntas assim que o vi, mas algo nele me mete um pouco de medo e normalmente quando fico com muito medo tenho tendência a ficar com ataques de piscar de olhos, não é muito bonito de se ver, até porque às vezes vem acompanhado de quedo de sobrancelhas.

 

O Tobias entrou e pediu para nos sentarmos todos. Ele manteve-se em pé e começou a falar...

"Antes de começar, quero que prometam que isto não sai daqui e que guardam segredo.".

"Tudo bem. Prometemos.", disse eu após uma troca de olhares afirmativa com o Hugo.

"Muito bem. O meu nome é Tobias Viagem, assim como o resto da minha família. Somos os Viagem, não Custódia. Adoptamos esse nome para poder passar despercebidos. E nesta terra tudo parece demasiado parvo, logo achamos que seria o melhor nome para nos adaptarmos. Sem ofensa.", disse o Tobias.

"Eu senti-me um pouco ofendido, Hugo Foi Virgem não é nome parvo. Mas está bem.", defendeu o Hugo e eu também não gostei do que ouvi, mas pronto. Ele lá continuou...

"Nós fazemos parte de uma organização não-governamental que tem como objectivo a protecção da inocência mental dos cidadãos do planeta Terra. Somos os O.P.I.M., Organização de Protecção da Inocência Mental. O meu bisavô foi responsável pela criação desta organização e toda a minha família faz parte. Foi criada depois do irmão do meu bisavô se ter apaixonado por uma mulher de raça Neptuniana que o levou a pôr em perigo o planeta Terra. O meu bisavô lutou contra o seu irmão para manter a paz e inocência mental no planeta e nós continuamos a fazer o mesmo.".

 

Eu não sabia muito bem como reagir a isto. Tinha vinte mil perguntas e parece que só aumentavam e nada de respostas. A única que pareceu lógica no momento foi...

"Mas porque estão aqui n'O Sítio? Tem alguma coisa haver com a Princesa Maionese?".

"Tem sim. Desde há muito tempo que os meus pais tem seguido a Princesa Maionese pelas paragens que tem feito no planeta Terra em busca da sua cria. Nós evitamos que ela faça mal aos habitantes e tentamos minimizar os problemas que ela possa criar. Nós seguimos a Princesa através de um sinal de Bluetooth que ligamos à sua nave, o que nos levou até cá. Temos evitado as maldições diárias que ela costuma fazer e estamos a tentar descobrir quem é a cria antes que ela o faça.", continuou o Tobias.

"Mas porque a querem descobrir antes dela?", perguntou o Hugo.

"Porque diz a lenda que assim que ela descobrir quem é, irá rebentar com o planeta Terra, num gás anal cheio de ovos podres.", rematou o Tobias.

 

Definitivamente estava assustada. Tudo me parecia surreal e se esta história for verdade, estamos em apuros. Seja como for eu achei que deveríamos contar isto ao Dr. Rato e tentar ajudar os "Custódia", que afinal são os Viagem a encontrar a cria da Princesa Maionese. 

De repente lembrei-me que os meus pais ainda não tinham aparecido...

"Hugo, ainda não sei dos meus pais. Preciso de os encontrar.".

"Eles poderão ter sido raptados pela Princesa Maionese. Ela tem costume de raptar habitantes dos locais por onde passa, tira-lhes a memória com um lamber de cara e faz deles reféns. Estamos a fazer de tudo para saber onde estão. Os teus pais não foram os primeiros a desaparecer.", disse a Ema.

 

Definitivamente estava em pânico e queria ajudar. Precisava de encontrar os meus pais! E sei que o Hugo estava também disposto a ajudar.

"Nós queremos entrar na vossa organização e ajudar.", disse eu.

"Não. Nem pensar. Vocês vão ficar quietos e deixar-nos trabalhar. Vocês não sabem com quem se estão a meter.", disse o Tobias.

Eu não me calei...

"Parece que temos um problema então. Se quiseres tenta parar-me, mas duvido que consigas.".

Eu e o Tobias trocamos olhares e eu controlei os meus piscares de olhos, porque estava com medo mas nervosa e decidida ao mesmo tempo. Ficamos numa troca de olhares por uns segundos e comecei a sentir-me um pouco desconfortável. Algo nele me metia confusa...

"Eu não vou pôr-te em risco.", disse o Tobias.

"E eu?", perguntou o Hugo.

"Sim. Tu também Virgem.", respondeu o Tobias.

 

Ainda estivemos numa discussão um pouco tensa por uns minutos e o Tobias lá concordou pelo menos a levar-nos até à HQ da organização para falar com o chefe, o seu pai.

Fomos até à mansão dos "Custódia", entramos no portão, andamos um pouco e de repente uma porta abriu-se e mostrou uma entrada secreta com a descrição "O.P.I.M.". Era um edifício subterrâneo com aberturas e jardins exteriores disfarçados.

 

Entramos...

 

CAPÍTULO VIII   

 

O SÍTIO.jpg

 

(Esta é uma série que comecei a escrever há pouco tempo e aqui está o sétimo capítulo. Link dos primeiros capítulos no inicio. Hei-de escrever todas as semanas, mas caso tenham sugestões para esta minha pequena história, por favor, contribuam, com pequenas ideias, capítulos, entre outros. Escrevam comigo ou deixem-me escrever para vocês, que acham?!)